A minha Poesia em pps
Formatado por Zélia Nicolodi, Vitor Campos e Estrelinha d'Alva
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Quero Alguém


O meu tecer de Esperanças!...


Já escalei a minha montanha!...


Amar-te-ei Sempre!...


Não te vás nunca!...


Não foi o ocaso


sexta-feira, fevereiro 23, 2007

 

Caminhos de neve…




              Dei comigo num caminho de neve
              Que nem sei onde me levaria,
              Se ao paraíso sonhado
              Ou a um lugar que me assustaria!

              Receosa, continuei pelo meio da estrada,
              Rodeada de neve, que não derretia,
              Apesar do sol que fazia.
              E do vento que uivava e eu nem o sentia.

              Mas uma luz chamava-me, eu não me detinha
              Segui sempre em frente, sozinha, sem parar
              Fui dar a um trilho que não conhecia.
              Imaginem apenas, o que fui encontrar…

              Vi asas esvoaçantes, Seres dançantes,
              Que rodopiavam mais depressa que a própria luz
              Estavam envoltos na cor da neve e do sol, juntos,
              E riam, falavam, discutiam como nós…

              Perguntei a um deles que me olhou,
              Onde estava? que caminho era aquele,
              E como retornava, respondeu-me a sorrir
              Que por onde entrei, por lá voltava...
              E não é que acordei e ao meu lugar voltei!...







Comments:
Olá, Laura! Ainda anda ele a visitar os amigos. Demora, mas vem sempre.
Tens aqui um bom poema, que com a imagem fica espectacular.
Parabéns.



 
Olá David, de novo..
Se te referes ao Gil, ele lá apareceu, sim. É um bom e querido amigo, e ainda dizem que através da net nãos e fazem bons amigos, eu já vi que sim, e mais um anito ou dois e já vamos estar cara a cara,s e deus permitir, certo!..
beijinho..



 
Poema bacana.
Você conhece literatura de cordel?



 
L.S. Alves, literatura de cordel? me explique melhor o que é..literatura, mas de cordel, aqui cordel é barbante etc etc ..me diga mais sobre isso. beijinhos..



 
Olá,
“ Somos a ponte para a eternidade,
Formando um arco sobre o mar,
Procurando aventuras para nosso regozijo,
Vivendo mistérios, optando por calamidades,
Triunfos, desafios, apostas impossíveis,
Pondo-nos à prova uma e outra vez,
Aprendendo amar.”
Excerto de “Richard Bach”

É com esta força que renasço todos os dias, para continuar a minha caminhada...
Espero que gostem deste pequeno presente.
Beijinhos, que a escrita nos una!
Conceição Bernardino

http://amanhecer-palavrasousadas.blogspot.com



 
É um tipo de poesia popular muito utilizado no nordeste do Brasil. É de cordel porque os folhetos ficavam pendurados em barbantes nas feiras de rua das cidades.



 
Olá Alves, nesse caso,sim, agora já sei o que é, aliás tenho aqui um livrinho que fala de autores desses versos ai no Sertão, e adorei ler e ainda tenho comigo, vou procurar e hei-de mandar um versinho para vc. Já são antigos e claro que já morreram todos, é mais um livro espiritual que veio parar às minhas mãos, eu comprei claro, mal sabia que iria gostar tanto dele. Claudionor Peixoto Veio agora há lembrança, Mais logo vou procurar e lhe mandarei alguns versinhos, são lindos sims enhora e assim o Povo poderia ler, tem graça, qualquer dia faço o mesmo, afixo os papeis nas Árvores e o povo lê grátis ehhhhhhh.. Beijinhos para vc..



 
Para além dos poemas ou literatura de cordel haviam também os filmes de "spaghetti", eram os filmes de cowboys que víamos nos anos 60/70. :)

Eram todos tão iguais que eram como a massa, sorvia-se uma e vinham todos outras atrás e a diferença era nenhuma, porrada e mais porrada.

A literatura de cordel eram só lamechices vendidas nas feiras e com base tinham sempre a menina que chorava à espera do principe encantado e que no fim era um safado que a enganava com outra, mas o amor vinha sempre ao de cima, casavam-se, tinham um "rebanho" de filhos e eram felizes para sempre, tipo «Meu Amor é Traiçoeiro». :)))

Sobre o poema, é um sonho que nos acorda e que no fim verificámos que tudo não passava de um sonho. Pela vida fora temos estes sonhos que nos parecem tão reais que até parecem que estão a acontecer.

Uma vez sonhei que estava a morrer afogado, parecia tão real e estava tão aflito que a minha sorte foi ter acordado, senão não sei se teria morrido... afogado!

Pópilas, ainda bem que acordei!



 
Olá Romano, sabes muito de literaturas de cordel, e outras.É assim mesmo, já reparei que escreves lindamente e também tens muita poesia.. Vamos a escrever livro que tens tanta coisa para contar..
Quanto aos sonhos, caramba rapaz.. Quando é a valer, ai que susto. Em Luanda ainda devia ter os meus 13 anos, lá sonhei que um interruptor me perseguia e me dava choques eléctricos. A coisa ficou má, o medo era muito e sempre que passava numa parede onde houvesse um, até me afastava ao máximo contra o outro lado. A coisa durou bastante tempo a fazer aquele jogo, até que passou, nos sonhos o medo torna-se real, e que bem sabe acordar..Tu que o digas que quase te afogaste ehhhhhh
Té mais ver Romano..



 
Olá, Laura (menina de Braga?)

Muito engraçado o sonho que descreveu!

Um abraço.



 
Olá Jorge..do sino da aldeia...
Para falar verdade, não sei com que idade já somos cotas, mas menina,,Inda estou muito longe da menina ehhhhh..Quem dera sim, voltar aos tempos de nina e jovem, isso eu voltava a repetir, e, acrescentava mais umas coisinhas que deixei escapar...Verdade verdadinha.. A vida continua, os anos passam, e pelo menos tentemos, temtemos andar por cá o tempo que nos resta (muito? pouco? ) com boa cara a tudo, e para mim, sonhar é uma coisa boa, e enquanto sonhamos, andamos por cá.. Beijinho para si.



 
Encantadora esta poesia rítmica que nos deixa envoltos de ansiedade.
Deveras bonito!

Obrigado por teres visitado o meu sinestesia-crepuscular.

Um beijinho
do Pepe.



 
Este versinho é um dos meus preferidos, Laurita!
Levou-me a recordar sensações idênticas já vividas e quase me embalou num novo sonho ... um sonho que seria bom, não me faltasse o tempo para me deixar ir na onda :-)
Desejo-te um excelente Sábado
1 beijinho grande



 
Lembro-me duma aula com o meu prof de história, em que se falou e me definiu o conceito de "literatura de cordel"
O porquê desse nome, já foi aqui apontada, mas a ideia que retive é a de um termo depreciativo "um tipo de literatura barata, vazia de conteúdo". Nada tem a ver com os teus escritos!
1 beijo



 
Laura de Braga, de Luanda?
Vim aqui parar por via do Zé Lérias e gostei.
Voltarei, um dia destes, se calhar...
O Gil poeta é? Estive com ele há tempos aqui em Leiria.
Lançou cá um livro em co-autoria com Constantino Alves e outro autor que agora não me recordo o nome.
Na foto está linda! É sua?
Bj
António 60



 
asn..
De Luanda vim para Braga, os bons tempos como a foto da nina das résteas, por lá ficaram. Já tenho 55 e a vida é como um rio que corre sempre e nem dá tempo de olhar para trás..
O Gil não é esse de que fala, sem ofensa, mas este Gil, é um amigo de há 5 anos, de escritas quase a diário, vive no Brasil e nunca pisou solo Português..Mas há-de vir cá para deleite meu e de minhas duas amigas a africana e a Pascoalita..
Também conheci o Zé Lérias a cirandar por aqui e gosto de ler os escritos dele. Tenho tido sorte, novos ou mais velhos vou gostando de falar com todos.Gostei da visita, volte sempre..
Beijinho para si..



 
Jorge..
Fui comentar ao blog que fala da Itália, e..népia..escrevi por duas vezes, e nada ficava comentado. desisti e amanhã torno a entrar e a ver se fica.. Um jinho..



 
Laura,
Vi os teus comentários na postagem do blog da adrianna e fartei-me de rir. Vejo-te como uma pessoa bué franca.
Não resisti em dizer-te que a mim também me deixa pregado ao chão, cheio de êxtase, ouvir e ver Bombos, Cabeçudos, Bandas de música(aquela cadência da tarola e dos clarinetes, é o máximo!).
A minha mulher e as minhas filhas quase sempre tem de me agarrar no braço e puxarem-me para vir embora.
É um sentir que não sei explicar, mas muito bom e agradável.
Tenho uma postagem no meu blog, não sei se já lestes, de Dezembro ou Janeiro, sobre um poema que fiz
alegórico a Saltimbancos. Se não leste, lê que vais gostar.

Bom, Um beijinho e nuitos Bombos
do Pepe.



 
Olá Pepe luigi.. Mas tu ainda ouves bem! e podes ouvir musica aqui e ali, e eu sou surda profunda, mas claro que havendo barulho e musica alta a sinto logo, para alegria minha, Ora vamos lá a ver como é que uma surda gosta de musica!!! Mas adoro e o meu pai ensinou-me a dançar, se o meu par dançar mal, eu fico danada porque ele ouve e eu por vezes nems equer sinto musica nenhuma, danço bem pois...e o meu marido também, e leva-me colada a ele e que maravilha. Assim, sentindo a musica dos bombos, aquilo entra por mim a dentro, e, transporta-me para outra dimensão. Tenho um filho, o do meio, que toca percussão, e eu adoro aquele sentir, e se puder ouvir com uns bons auscultadores adoro o som do saxafone e do trombone..que queres..soa-me bem, acho ternurento..mas tenho é que ouvir de geito, senão..enervo-me porque quero ouvir e não consigo..O S. João de Braga está a chegar ehhh já faltou mais e nesse dia vou de manhã mesmo sózinha, é que parece um nunca mais acabar de bombos, e eu vou andando atrás deles como quem não quer a coisa..à noite se tiver o meu marido, vamos os dois a pé, moramos perto do centro, pomo-nos na fila junto à estrada, são milhares d epessoas..e eles passam um a um e eu deliciada e não páro com o corpo a acompanhar, depois casa, soube-me pela vida.
Claro que ainda não perdi a esperança de vir a ter uma casita pobre que seja (vivo em apartamento e detestoooo) e até é enorme, mas, queria sentir as florinhas, o perfume da primavera nas janelas, sentar ao sol a ler um livrito,e lá dentro de casa, um quartinho todo isonorizado (nems eis e é assim que se diz..)para que possa por musica alta sem incomodar ninguém, e poder sentir tudo na maior..sei que não é pedir muito...mas.... Quem sabe.. Deus é Pai e a minha esperança nunca morre.. Obrigada e que bom que gostas de ler, e se eu estiver à vontade..então é que sai riso, só que a vida nem sempre corre a contento e assim....
Beijinho de mim...



 
Olá!
A propósito do k disse o Pepe, no meu cantinho, no mês de Junho, há um texto "São João também em Braga" em k se faz alusão aos bombos e a Laurita comenta deliciada a impressão que lhe causam.
Não li o texto que o Pepe refere (tenho msm de ir ler eheheh), mas já espiolhei um pouco o " Sinestesia Crepuscular" e reparei, por exemplo, num "surdo mudo(?) e fiquei algo intrigada (julgo ter entendido eheheh)
Adoro ler o Pepe jinhos



 
São estes pequenos mas gostosos momentos que nos mantêm vivos! Lá fora está um dia de "mêeda" e não fosse este belo e são convívio, estaria aqui amorfada quem os "papeis" e "trastes velhos" do notário da rua dos douradores eheheheh
Bem ajam pela partilha
Jinhos



 
Pronto! Saí da toca e vim por aí ao sabor do vento e à procura do sol.
Tal como eu, tb o sol parece querer sorrir por aqui. Vou à procura dum carrito e vamos ambas dar uma voltinha, soltar boas gargalhadas e desopilar que a vida são 2 dias e o carnaval ... já passou eheh
Que lindo, este versinho! Sempre positiva e cheia de imaginação.
1 beijinho



 
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